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Economia

Bandeira amarela continua na conta de luz ao longo de setembro

Medida da Aneel impacta consumidores devido ao período seco e ao uso mais caro de usinas termelétricas no país.

Redação
Por Redação
Bandeira amarela continua na conta de luz ao longo de setembro
© Marcello Casal jr/Agência Brasil
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A bandeira amarela continuará em vigor ao longo de setembro, conforme anúncio divulgado nesta sexta-feira (28) pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Todos os consumidores conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) enfrentarão um acréscimo nas faturas no próximo mês, com custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.

Este marca o quinto mês consecutivo em que o sistema opera sob a cor amarela. A decisão decorre do período seco no território nacional, cenário que reduz a capacidade das hidrelétricas devido aos baixos níveis dos reservatórios e obriga o acionamento de usinas termelétricas.

De acordo com a autarquia federal, o cenário atual evidencia condições menos favoráveis para a geração de eletricidade, exigindo o emprego de fontes alternativas cujos custos operacionais são consideravelmente mais elevados.

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Diante desse contexto, o órgão regulador reforçou a importância de adotar práticas voltadas ao uso consciente da eletricidade no cotidiano.

Pequenas modificações na rotina diária ajudam a diminuir o consumo global e colaboram de forma direta para o controle financeiro das famílias na hora de quitar a fatura.

Implementado em 2015 pela Aneel, o mecanismo das bandeiras tarifárias traduz os custos variáveis da produção energética. As cores funcionam como indicadores do custo real para o Sistema Interligado Nacional (SIN) suprir residências, comércios e indústrias.

A definição das cores ocorre mensalmente com base na previsão dos custos de geração. Enquanto a bandeira verde não gera cobranças extras, as modalidades amarela e vermelha aplicam taxas adicionais proporcionais ao volume de quilowatts-hora (kWh) utilizados.

Os valores vigentes seguem estruturados da seguinte maneira:

  • bandeira amarela, com condições menos favoráveis, adiciona R$ 1,88 a cada 100 kWh consumidos;
  • bandeira vermelha no Patamar 1, em cenário mais custoso, acrescenta R$ 4,46 a cada 100 kWh;
  • bandeira vermelha no Patamar 2, representando o cenário mais caro, eleva a tarifa em R$ 7,87 a cada 100 kWh.
FONTE/CRÉDITOS: Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil

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