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Política

Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo na PF

Ex-deputado federal foi desligado das funções de escrivão após acumular mais de trinta dias de faltas injustificadas no órgão.

Redação
Por Redação
Ministério da Justiça demite Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo na PF
© Marcelo Camargo/Agência Brasil
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O Ministério da Justiça e Segurança Pública oficializou a demissão de Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal nesta segunda-feira (21), sob a acusação de abandono de cargo após faltas prolongadas.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União, fundamentada em um processo administrativo disciplinar que comprovou a ausência injustificada do servidor por um período superior a trinta dias consecutivos.

Conforme o documento oficial, a penalidade seguiu as diretrizes da Lei nº 15.047, de 2024. O ex-parlamentar integrava o quadro da instituição e mantinha-se afastado apenas para cumprir suas funções legislativas na Câmara dos Deputados.

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Perda do mandato

Residente nos Estados Unidos desde março de 2025, o ex-deputado teve seu último mandato cassado em dezembro do mesmo ano devido a sucessivas ausências em votações da Câmara. Com a cassação, a Polícia Federal determinou seu retorno imediato ao trabalho.

Atuação no exterior e condenação no STF

Além da demissão administrativa, a situação do ex-parlamentar se agravou após condenações judiciais. Em setembro de 2026, a Primeira Turma do STF aplicou pena de quatro anos e dois meses em regime semiaberto por coação no curso do processo.

Para a Corte, houve articulação do ex-deputado junto a autoridades norte-americanas para impor sanções ao Brasil, com o intuito de interferir em investigações internas. A decisão também declarou sua inelegibilidade por oito anos.

FONTE/CRÉDITOS: Agência Brasil

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