A renovação do senado foi confirmada após o pleito deste domingo (4), definindo a ocupação de 54 das 81 cadeiras da Casa para os próximos oito anos. A taxa de troca chegou a 74%, com 40 novas vagas preenchidas, enquanto o restante será ocupado por parlamentares reeleitos.
Dos 32 atuais senadores que tentaram continuar no cargo, apenas 14 obtiveram sucesso, representando 43,7% de aproveitamento. Outros 18 parlamentares que buscavam a permanência acabaram derrotados nas urnas.
A alteração na composição da Casa já era esperada antes mesmo do fim da apuração. Isso ocorreu porque 13 ocupantes das cadeiras em disputa não concorreram, e outros 9 disputaram postos diferentes ou atuaram como suplentes.
Lista de reeleitos
Conseguiram garantir mais um mandato os seguintes parlamentares, dispostos em ordem alfabética: Alessandro Vieira (MDB-SE), Carlos Portinho (PL-RJ), Cid Gomes (PSB-CE), Eduardo Braga (MDB-AM), Eduardo Gomes (PL-TO), Humberto Costa (PT-PE), Jaques Wagner (PT-BA), Lucas Barreto (PSD-AP), Marcelo Castro (MDB-PI), Marcio Bittar (PL-AC), Plínio Valério (PSDB-AM), Rogério Carvalho (PT-SE), Styvenson Valentim (Podemos-RN) e Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB).
Comparativo histórico
O cenário atual repete o volume de candidaturas à reeleição visto em 2018, quando 32 titulares também tentaram a permanência. Naquela ocasião, contudo, somente 8 obtiveram êxito, elevando a taxa de troca para 85,19% (46 das 54 vagas).
As demais 27 cadeiras da instituição não entraram na disputa atual por terem sido definidas em 2022, com mandatos válidos até janeiro de 2031. Mesmo assim, algumas sofrerão alterações futuras.
Nomes como Cleitinho (Republicanos-MG) e Sergio Moro (PL-PR) venceram disputas para governornos estaduais. Já Alan Rick (Republicanos-AC), Omar Aziz (PSD-AM) e Professora Dorinha Seabra (União-TO) avançaram para o segundo turno.
* Da Agência Senado